Em 14 de agosto, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, respondeu a críticas que apontavam a inação do governo federal diante da crise do Banco de Brasília (BRB). Ele descreveu as acusações como injustas e irresponsáveis.
O pronunciamento ocorreu um dia após a reunião pública de conciliação realizada em 13 de agosto, no Supremo Tribunal Federal, em Brasília. Na sessão, participaram representantes do Distrito Federal, da União, do BRB, do sistema financeiro e do Ministério Público, buscando uma solução financeira para a instituição.
Durigan esclareceu que não assume responsabilidade pelo passivo do BRB, mas afirmou que sua equipe econômica tem apresentado alternativas para manter serviços essenciais no Distrito Federal.
Devido à impossibilidade técnica e jurídica de conceder um aval direto da União, o governo federal elaborou um modelo alternativo que visa viabilizar a repactuação. As discussões são coordenadas pela Procuradoria‑Geral da Fazenda Nacional e pela Advocacia‑Geral da União.
O objetivo do plano é estender garantias mais seguras às instituições privadas envolvidas, assegurando a continuidade das operações bancárias.
Em paralelo, a Câmara Distrital aprovou recentemente um projeto de socorro ao BRB, reforçando o esforço federal para enfrentar a crise.
Durigan ressaltou a importância da colaboração entre bancos, o governo do Distrito Federal e as autoridades federais para encontrar uma solução sustentável.







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