Um terremoto de magnitude 7,4 atingiu o coração da região cafeeira da Colômbia na manhã de 10 de agosto de 2026, deixando mais de 224 mortos e provocando a declaração de estado de emergência nacional. Em resposta, os países membros e associados do Mercosul divulgaram um comunicado na terça-feira (12) oferecendo assistência nas ações de resgate e na recuperação da infraestrutura danificada.
No comunicado, o bloco afirmou estar “totalmente disposto” a colaborar com as autoridades colombianas, destacando a necessidade de uma resposta unida frente a emergências que afetam a região.
Os países membros – Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai – e os associados – Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Panamá, Peru e Suriname – enviaram condolências às famílias das vítimas e desejaram uma rápida recuperação dos feridos.
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, lamentou a tragédia em pronunciamento oficial, reforçando o compromisso do Brasil em apoiar a Colômbia nesse momento difícil.
Em Cali, a capital da região cafeeira, prédios de vários andares foram reduzidos a escombros, resultando em pelo menos 85 mortes confirmadas até a manhã de hoje. O terremoto é comparado ao evento de 1999, que matou mais de 1.000 pessoas, e à catástrofe ocorrida em junho de 2026 na Venezuela, que causou mais de 6,300 fatalidades.
A solidariedade oferecida pelo Mercosul destaca a importância de cooperação regional em situações de desastre, reforçando a necessidade de ações coordenadas para minimizar perdas e acelerar a recuperação das comunidades afetadas.







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